Ando à procura de quem sou, e já estou a ficar cansado... Será que estou no hi5?
Pensar por pensar, é um motivo errado
Todos erramos um dia
E é raro o dia em que não erramos
Erramos por pecados que não são nossos
São dos outros, os loucos
E os vossos que pecados são?
Sinto que não tenho razão, ou tavez tenha...
Pena de mim
domingo, 29 de julho de 2007
Estupidez ou loucura? Ambas doenças sem cura...
À 19 anos que procuro uma razão para viver.
Começo a pensar que não vou encontra-la...
Deve ser por isso que todos morremos. Mas tenho que pensar melhor...
Começo a pensar que não vou encontra-la...
Deve ser por isso que todos morremos. Mas tenho que pensar melhor...
Talvez, talvez...
Mas porquê não há certezas?
Porque todas as incertezas são claras daquilo que somos
Inseguros, impuros, estúpidos...
Não entendo porque não há verdade
E porque morreu a felicidade?
Estava na sua hora, era uma pessoa já de idade
Porque todas as incertezas são claras daquilo que somos
Inseguros, impuros, estúpidos...
Não entendo porque não há verdade
E porque morreu a felicidade?
Estava na sua hora, era uma pessoa já de idade
Existência
Sempre existi, sempre existimos… Estamos apenas divididos pelo tempo. Nós somos as estrelas, elas são nós, por isso somos tão influenciados por elas e vice-versa.
Nada se perde, tudo se transforma
A natureza destrói-se e constrói-se
É imortal… Perfeita, obra da perfeição
Haverá coisa igual?
Jamais, claro que não…
Rica em sabedoria
Conhece-se como a palma da sua mão
Sabe os dias de core
Talvez um dia termine
Jamais, não…
Morremos nós, sim é justo
Fazemos o que queremos
Vivemos onde queremos
Somos donos do nosso eu
Mas ela não, é tudo
E eu? Quem sou eu?
Não sei quem sou, sou burro
Para que limpar a mente?
Renovar-se-ão as sujidades
Para que as amizades se a melhor experiência está na mente?
Isso aqui já não se sente
Vivem-se desigualdades
Vive e depois mente
Nada se perde, tudo se transforma
A natureza destrói-se e constrói-se
É imortal… Perfeita, obra da perfeição
Haverá coisa igual?
Jamais, claro que não…
Rica em sabedoria
Conhece-se como a palma da sua mão
Sabe os dias de core
Talvez um dia termine
Jamais, não…
Morremos nós, sim é justo
Fazemos o que queremos
Vivemos onde queremos
Somos donos do nosso eu
Mas ela não, é tudo
E eu? Quem sou eu?
Não sei quem sou, sou burro
Para que limpar a mente?
Renovar-se-ão as sujidades
Para que as amizades se a melhor experiência está na mente?
Isso aqui já não se sente
Vivem-se desigualdades
Vive e depois mente
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